João 19.30 – Tendo provado o vinagre, disse Jesus: Tudo está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
O sofrimento e a agonia de Jesus, ao prover a redenção da humanidade caída chegaram ao fim e a sua obra de redenção foi consumada. Jesus suportou o castigo dos nossos pecados e abriu o caminho da salvação para todos.
Lucas 23: 46 – E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.
Jesus entregou voluntariamente a sua vida á morte, a morte não tinha o poder de tirar a sua vida. A dívida do pecado humano foi paga, o plano da salvação cumprido. Muito é falado sobre a Paixão de Jesus, onde livros, filmes, documentários, artigos e vários outros conteúdos sobre o tema já foram e são produzidos até hoje. A palavra paixão é derivada de um verbo grego que significa “sofrer”. Isso mesmo, paixão implica em sofrimento. O termo Paixão de Jesus refere-se aos sofrimentos que Jesus passou nos seus últimos dias de vida. Os romanos crucificaram milhares de pessoas antes e depois do calvário. Sendo assim, se Jesus não tivesse ressuscitado dentre os mortos, nenhuma pessoa de mente sã glorificaria algo tão hediondo, horripilante e repulsivo como a cruz, que foi manchada pelo sangue de Jesus. Ele colocou o selo da garantia do perdão dos nossos pecados. Um Jesus morto não seria o nosso salvador. Um túmulo fechado jamais teria aberto os céus. A nossa gratidão pelo redentor, a luz que invade a nossa tristeza profunda e transforma nossa vida com a manifestação do seu amor por nós. Jesus enfrentou dores e sofrimentos terríveis por causa dos nossos pecados, foi humilhado, rejeitado completamente, surrado, maltratado, blasfemado, escarnecido e ultrajado.
Isaías 53: 3,4,5
3 – Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos sofrimentos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
4 – Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
5 – Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Foi um preço altíssimo que foi pago pelo nosso resgate. A culpa do pecado exigia esse pagamento que era totalmente impossível para o homem pecador pagar. Era necessário o Cordeiro de Deus ser sacrificado, o Filho ser desamparado pelo próprio Pai Eterno em benefício dos pecadores que viessem a crer nesse sacrifício do Messias, arrepender-se dos seus pecados e confessá-lo abertamente diante dos homens.Jesus é a luz celestial que veio ao mundo, com o rastro do seu brilho pode iluminar as mentes dos homens para que creiam na salvação, redenção do pecado e vida eterna.
João 8: 12 – Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
A ressurreição de Jesus Cristo é a esperança para o mundo, o fato dele ter saído do túmulo, nos faz ter esperança no horizonte e transcende a vida terrena. Jesus está vivo.
João 14: 6 – Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
JESUS ESTÁ VIVO!
Esta deve ser a nossa mensagem de certeza e esperança, todos os dias da nossa vida.
Apóstolo António Ferreira – Vida Church Aveiro